sabato 21 febbraio 2009

Milk



Van Sant imerge o espectador no contexto perfeito da época, misturando cenas em película nova, a cores (tratada a cores dos anos 70 ala " Woodstock”) a filmagens de reportório, enriquecendo tudo com ideias originais como o split-screen, o mosaico visual que subdivide o ecrã em muitos ecrãs pequenos, obtendo o efeito visual do passa-palavra. Outro mérito, é o de não calcar a mão nos argumentos fortes do filme, como a transformação da política em espectáculo, ou o fatalismo dramático implícito nos eventos para os quais os anos 70 foram decisivos. Sabiamente escolhida a via do drama a frio, delega a essência melodramática às notas da “Tosca”, opera muito amada pelo activista.

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